segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Eduardo Marinho - O Documentário


Família querida!

Este é um documentário riquíssimo de um querido irmão que trabalha diariamente no despertar das consciências em nossa amada Gaia.

Desta forma, pedimos para que deixem o "Pré-Conceito" de lado e olhem mais a fundo o que este grande Trabalhador da Luz esta a fazer nas ruas de nosso amado Brasil. 

Poucos seres realizam o trabalho que este irmão vem realizando, levar a luz e o reconhecimento aos corações esquecidos nas ruas, assim como despertar todos aqueles que tem a chance de conhecer mais sobre quem ele é e sobre suas ricas experiências. 

Eduardo Marinho com sua Simplicidade e Amor vai espalhando sabedoria por onde passa, vai deixando seus rastros de Luz e ideias que nos fazem parar para refletir sobre tudo a nossa volta, inclusive sobre nós mesmos.

Este é um Grande Guerreiro que deixou seu berço de ouro, seu conforto e conveniências da "alta sociedade" para experienciar a vida de quem não tem nada, para sentir o que a grande maioria dos esquecidos pela "elite" sentem ao passarem inúmeras dificuldades por conta deste sistema sujo e elitizado. 

Desta forma, este irmão querido fez sua jornada, caminhou onde poucos tinham a coragem e a bravura de ir, para levar somente a reflexão, o Amor e a transformação dos corações que ele encontrava por estes caminhos. 

Eduardo Marinho com seu jeito simples e falando a língua do povo, sendo o que ele realmente é sem grandes encenações, ensina que a maior riqueza na vida não é o dinheiro, mas sim aquilo que você pode levar em seu coração! 

As vezes olhamos pessoas que vivem nas ruas e as julgamos por seu modo de vestir ou por sua fala cheia de gírias, mas não sabemos exatamente que ser esta por traz daquela carcaça realizando o trabalho de despertar corações em lugares que poucos vão, de fazer as pessoas ignoradas pelo sistema se sentirem alguém,  se sentirem amadas e honradas pelo que são e assim, reconhecerem o seu Poder Soberano. 

Então, vamos Absorver ao máximo a mensagem e a essência do que este irmão querido esta nos passando, não com teorias bem elaboradas, mas sim com experiências vividas, que o tornou hoje uma poderosa ferramenta de despertar corações em nosso lindo planeta. 

Deixo aqui também toda a nossa dedicação e admiração ao Eduardo Marinho e a todos os Trabalhadores da Luz, que assim como ele assumem essa missão linda de quebrar pedras nesse sistema.

Em especial, dedico também o meu total respeito e admiração a uma pessoa muito querida de nossa Equipe Amor e Luz Magnéticos, que como Eduardo Marinho realizou o mesmo trabalho, com a mesma sensibilidade e Amor a todos sem a mínima distinção. 

Gratidão irmãos! 

Bom documentário!

Amor e Luz Magnéticos


O Documentário

Desde que Júnior me procurou na intenção desse filme, muita água passou debaixo da ponte. A viagem das cenas foi uma entre outras, durante o trabalho. Aliás, um trabalho muito mais do Júnior mesmo, que ficou picotando cenas e sons pelas madrugadas, fora dos seus expedientes de serviços. O trabalho externo, de captação das cenas, foi a parte fácil do trampo. As internas, o bordado, os cortes, as emendas, as combinações de som e imagem, imagino que devem ser muito mais cansativas, mentalmente.

Numa outra viagem de Kombi, neste período, estive em Santos, conversando no Monte Serrat, favela bela, organizada e solidária. Daí fui a Curitiba, três palestras em três dias, a primeira entre evangélicos diferentes, sem problemas em beber e fumar e viverem sem julgar ou discriminar, a segunda na casa Ocitocina, depois no OcupaMinc. Então fui a Floripa, uma palestra num evento vegano. A volta foi com problemas no motor, à noite, subindo serras, o que levou a vários contatos nos postos, com mecânicos, frentistas, muita conversa, cheguei a ler textos pra grupos interessados, cenas ótimas. Gostaria muito e insisti pra eles irem, mas não deu. A falta do tal financiamento pesou e tanto Júnior quanto Igor não puderam ir, tinham atividades programadas na manutenção da vida.

As possibilidades são precárias quando se está por conta própria. O que não impediu fazer o que está aí. O serviço de preparação das imagens e dos sons, incompreensível pra mim, tomou noites de Júnior. Ele até recebeu ofertas de participação, mas nada levado à prática, como é comum. Querer é mole, fazer já é bem mais raro.Haveria mais viagens na fita, mais sotaques, mais interpelações e assuntos, mais conversas, mais oportunidades de coletar cenas que acontecem nessas movimentações, se houvesse grana aplicada no trampo. Mas sempre gostei mesmo é da capacidade de realizar assim mesmo, sem as condições ideais, com mais foco no conteúdo que na forma – que afinal, na minha opinião, é a parte mais importante. A peça está pronta e foi feita com o que tínhamos, com o que foi possível.

Acho que tem um ótimo meiquinhofe estocado com os caras (), cabe cobrar deles colocar isso aí no ar, tem muita coisa. Foram muitas as cenas gravadas e fotografadas durante as movimentações. O que foi publicado é pouco perto do que tem. Sei que esquentei a batata e agora jogo no colo do Júnior SQL. Mas é o trampo dele, vale pra ele principalmente. O Igor vai no reboque, mas na responsa.

Todo proveito merece a nossa gratidão, é o reconhecimento de que a gente precisa. O proveito levado à prática é direito e responsabilidade de cada um, na permanente mutação de que todos participamos, reconhecendo ou não, sabendo ou não, atentos ou distraídos. Escolhendo como fomos programados, em geral, raramente por conta própria, raramente vendo o mundo com os próprios olhos. Houve sempre quem retirasse as lentes impostas e visse com os próprios olhos, raríssimos. Creio que na atualidade há um processo crescente de retirada dessas lentes, de questionamento dos valores e comportamentos, dos poderes sociais, no modelo de vida que vivemos. Em forma embrionária, formam-se núcleos e coletivos em todas as partes, pouco a pouco, um processo permanente de mutação, tempo de gerações muitas. Não se pode esperar viver num mundo justo e solidário, seria ingênuo e perigoso, muitas “desistências” se dão a partir daí. Mas (e aí só posso falar por mim) se eu não viver no sentido de um mundo como o que desejo, não aplicar minhas energias nessa direção, não vejo muito sentido na minha vida. E a maneira que encontrei, ou escolhi, é refletindo e causando reflexão, sentindo e provocando sentimentos, questionando valores e padrões, relações e comportamentos, como parte de um processo estendido a todas as áreas das sociedades, a todo o planeta, ao universo. Mas aqui, de forma humilde, à minha volta, onde posso tocar e conviver, o primeiro plano em primeiro em lugar, ainda que não se esqueça os planos ao infinito, levados em conta como objetivos finais em todas as relações em torno, as que nos tocam. 

Eduardo Marinho


Diretor: Junior SQL

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